10 motivos para não bater nos seus filhos

Você bate no seu filho? Dá chinelada? Palmada? Um tapa na mão? “Pescotapa”? Então pare uns minutinhos para ler esse texto.

Fico meio impressionada em ver que a quantidade de pais e mães que, ainda hoje, com tanta informação, batem nos filhos. E acham que é bom. Que está certo. Que isso vai dar uma educação muito melhor. E o argumento que mais escuto: “eu apanhei e fiquei muito educado, honesto, etc, etc”. Sim, claro, tão educado que resolve os problemas na pancada. Desculpe, mas é a verdade.

Para quem leu a última frase e continua por aqui, vou colocar alguns motivos para não bater no seu filho para você refletir a respeito. No final, claro, a decisão é sua. Mas desejo, sinceramente, que você pense seriamente a respeito de romper o ciclo de violência e criar uma cultura de paz na sua casa e que influenciará por toda a vida dos seus filhos e netos.

palmada-educativa

  • Bater em uma criança é covardia. É coação. Você é muito maior e mais forte. Você ainda tem a autoridade de mãe/pai. A criança não pode reclamar, xingar, fugir, se defender, bater de volta. Pelo contrário, se ela fizer isso, apanhará mais, porque faltou com o “respeito”. Epa, quem faltou com o respeito primeiro?
  • Dói, né? Se você apanhava dos seus pais, como você se sentia? Medo, raiva, acuado, assustado, humilhado, com dor são sentimentos familiares? Bem, o seu filho deve sentir a mesma coisa. Apanhar detona a confiança e a auto-estima de qualquer um, é cruel e degradante. Você fica feliz em perceber que ele se sente assim em relação a você?
  • O exemplo vem de casa. Se o seu filho entrar numa pendenga com um colega e bater nele, não é justo você recriminá-lo. Você deu o exemplo, resolvendo as coisas com ele desta forma. Se você quiser que ele resolva as coisas na conversa, deve dar o exemplo. Já ficou provado não sei quantas vezes – além de ser conhecimento popular – que as crianças entendem e seguem muito mais os exemplos do que o blá blá blá vazio.
  • É assim. Pode ser que o seu filho ainda seja pequeno, mas já se prepare: muito provavelmente, seus netos vão apanhar. Afinal, você está ensinando que o jeito de educar é esse.
  • A coisa certa pelo motivo errado. Já perguntou a uma criança que apanha o motivo de ela não fazer tal coisa? Eu já. E elas respondem: “Porque eu vou apanhar”. Não é porque é errado, porque machuca, porque magoa, porque quebra ou qualquer outro motivo. Ou seja, você está ensinando que não pode, pelo motivo errado. O que nos leva ao próximo tópico:
  • Ele vai crescer. Quando ela ficar grande demais para apanhar, qual outra forma de coação você vai usar?
  • Você vai envelhecer. Segundo a ordem natural da vida, você vai ficar mais velho e seu filho, jovem e forte. Sim, muitos filhos batem nos pais. Não digo, claro, que todos os filhos que agridem os pais apanharam. Mas isso acontece, e muito. É a boa e velha forma de resolver, lembra?
  • Ele não vai confiar em você. Vai ter medo (já falamos disso lá em cima), esconder coisas. Os adolescentes já tem uma tendência a esconder coisas. Bem, pode ser que você crie uma pessoa que será um verdadeiro enigma, de tão fechado que é com você. Você, que apanhava, contava tudo aos seus pais? É difícil (para não dizer impossível) confiar em quem agride a gente. E aí pode ser que um dia seu filho tenha um problema sério e você não estará lá para ajudá-lo, simplesmente porque não tem nem ideia do que está se passando.
  • Seu filho pode se envolver em encrencas sérias. Claro que pode acontecer com qualquer um, mas muito mais em quem tem a cabeça quente e resolve tudo na porrada. A gente nunca sabe quem está do outro lado numa briga.
  • Ou o contrário: seu filho pode se tornar uma pessoa completamente indefesa, insegura e que não reage. E pode não reagir quando for necessário. Quando for ofendido pelos colegas, por exemplo ou quando apanhar dos coleguinhas. (Entenda que reagir é diferente de agredir).

Esse não é um texto de verdades absolutas ou de generalismos (é e sempre será assim, acontece com todo mundo, etc). Como disse, é um convite para a reflexão. Para se colocar no lugar do outro. Existem muitas outras formas de educar que não envolvem violência física. Colocar de castigo, dar um “gelo”, conversar, explicar, premiar o bom comportamento e ignorar o ruim, entre muitas outras opções. Eu, particularmente, sou adepta do amor, da boa conversa, do reforço positivo e da construção de uma relação de confiança.

E aí, vai contar até 10? Conta para a gente!

Foto: Google Images.

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48 pensamentos sobre “10 motivos para não bater nos seus filhos

  1. Eu achei o texto interessante porém descordo de algumas partes como por exemplo vc falar que a criança aprender que não deve fazer isso pq vai apanhar é errado , mas ela aprender que não pode fazer isso pq vai pro inferno ou vai presa pro resto da vida pode ? Dar uns tapas é errado , gritar e dar esporro pode causar danos psicológicos, colocar de castigo pode trazer futuros problemas sociais a criança , então o certo é deixar eles largados a deus dará e deixa que a vida e as ruas os eduquem e os ensinem correto , acho muito interessante isso a criança não pode ser educada pelos pais vai ser educada por quem pela polícia ?

    • Frederico, tudo bom? Em nenhum momento falei de ir para o inferno ou presa… Acredito que o correto é explicar porque não pode tal coisa porque machuca, porque fulano fica triste, enfim falar de uma forma que seja a verdade e que a criança entenda. Não gritar, bater ou ameaçar é diferente de deixar os filhos largados ou abrir mão da educação. Existe uma forma diferente de educar, que é explicando o que é errado e o motivo, deixando claro que não pode. Explicar para eles o que estão sentindo também é muito bom, como “olha você está bravo porque não pôde fazer isso, mas vamos procurar algo que você possa fazer”, e por aí vai. Além disso, os filhos aprendem principalmente pelos exemplos. Eles aprendem imitando os pais, e suas atitudes.
      Em resumo, a proposta é educar de uma forma diferente, sem gritos, agressões ou ameaças, mas fundamentando para os filhos o motivo de que aquilo é errado e dando alternativas melhores para eles. Abraço.

  2. Olá, muito grata pela abordagem do assunto. Estou lendo muitas coisas sobre esse tipo de educar porque preciso quebrar com o meu passado e não reproduzir o que vivi. Percebo que a agressão tem acontecido quando coincide com momentos meus de descontrole, sendo um ato resultante meu e não de uma ação refletida e em benefício a criança.

  3. eu estou falando aqui no email da minha vo se for me responder responda no facebook Eduarda Affonso . vamos a pergunta. minha mae me bate de mao chinelo e cinta e depois chora e fala que nao gosta de bater em mim eai queria saber entre em contato obg…adorei o texto

  4. Minha mae é louca me bate por nada esses dias ela me bateu por eu ficar no celular ela me deu eu tapa na boca por eu estar cantando e no outro dia a minha bouca estava inchada como se uma abelha tivesse me picado e ficou muito feio e a minha mae disse que se eu contasse a verdade pra alguem ela ia me bater mais na escola todos perguntaram o que era e eu dizia nao foi nada bati a cara na porta

  5. Tati, boa tarde,
    Cheguei ao seu blog pelo blog Macetes de Mãe, estava de preguiça hoje a tarde e fui lendo lendo e cai aqui…rsrsrs;…
    Primeiro, parabens pelo blog, é lindo. Segundo lugar, voce não sabe o quanto fiquei feliz por ter lido essa matéria. DE VERDADE. Tenho um filhotinho de 7 anos e NUNCA, NUNCA MESMO bati, gritei, ameacei e nem nada do tipo. É nitida a confiança que ele tem em mim e no meu marido. Ele SABE que pode confiar em nós, que o mundo pode estar do avesso, mas que seus pais nunca lhe tratarão com agressividade.
    Infelizmente, tenho um nossas familias, varias pessoas que batem nos filhos, e é degradante demais ver isso.
    Espero , sinceramente, que a cada vez que a gente toque nesse assunto ao menos uma criança deixe de apanhar.
    Um beijo grande
    Mara Borba Del Santo – PORTO FERREIRA-SP

  6. Eu apanhei durante toda minha infância, pré adolescência, adolescência… Tudo começou quando eu brincava na rua, ou tinha algum comportamento normal de criança (como repetir o que os adultos falavam em casa, quebrar algo, não fazer algo), sempre faziam muita pressão psicológica gigantesca de que eu não poderia fazer algo, pois se eu fizesse eu ficaria muito marcada (realmente, já fui muito espancada a ponto de ficar deitada no chão por horas)… Me reprimiam demais, pois não aceitavam(e ainda não aceitam) as coisas do processo de crescimento que faz parte da natureza… Sofri muito, eu não conseguia aceitar aquela educação, eu batia de frente, achando que se eu falasse tudo, me compreenderiam e mudariam. Bem, nunca mudou, só piorava cada vez mais… Sempre fui extremamente reprimida, tomava muito esporro… Tive depressão, tentei me matar tomando todos meus remédios de uma vez, mas me encontraram a tempo e fizeram uma lavagem estomacal em mim. Nem isso serviu para acordarem para o que estavam realmente fazendo comigo (e ainda tomei esporro, pois estavam mais preocupados pelo que iriam dizer do que com o que estava acontecendo comigo de verdade)… Sempre fui proibida de participar de muitas coisas, de ir em festas, dormir na casa de minhas amigas, sair a noite, perdi muitos amigos por eu não participar dos programas deles porque “eu moro longe”… É difícil ser uma pessoa que tem esses conceitos do texto, e ser criada na base da pura ignorância! Se as pessoas pensassem dessa forma, eu e muitas outras pessoas não teriam sofrido tanto sem nenhuma nescidade e não precisaria estar fazendo terapias semanais nem ter tomado tanto antidepressivo durante a adolescência ! Parabéns Taticotrim, seu texto ficou excelente, TODOS deveriam ler!

  7. Olá amei o texto, tenho uma bebê se 1 ano e 9 meses, e estou grávida de 31 semanas , tem dias que me pergunto se estou certa da firma como penso em educar minhas filhas, e hoje vi que não estou errada, pq não levanto a mão p ela, penso exatamente como VC falou, como vou cobrar se ela bater no amiguinho na escola? Se estou fazendo na minha casa, só está difícil pq meu esposo e a filha dele da uns tapas nela , eu fico muito triste, e outro dia percebi que ela está batendo tbm..):

  8. concordo ainda tenho 15 anos de idade mas quando tiver meu filho n vou bater nele por dois motivos ,refletI sobre esse texto e eu nunca teria coragem de bater em alguem q eu amo profundamente

  9. Eu sempre pensei a msm coisa minha mãe nunca me bateu e ela me deu um ótimo exemplo pois nunca faria isso com meus filhos, nunca me envolvi em briga de escola e nunca bati em ngm Pq eu sei q é errado e não transmite mensagem nenhuma é só um demonstração de raiva descontrolada

  10. tudo lindo perfeito eu apanhei de meu pai ate os 17 anos fui servente de pedreiro do meu pai com a penas 7 anos de idade cresci casei tenho três filhos hoje dois de maior um de menor nunca bate senpre conversei sem altera o tom de vos graças a esse meu comportamento a panhei do meu filho com 16 anos de idade a panhei de minha filha com 22 anos ai eu lis pergunto a onde eu errei visto que nem si eu quizesse me de fender a podredao da justisça proibi i ai sera si eu tivesse batido em quanto eu tinha o controli meus filhos nao teria chegado o ponto de me bater

    • José… Sinto muito. Olha eu não tenho como saber o motivo que levaram os seus filhos a te bater. Mas sei que é injustificável. Eu entendo qualquer violência física como injustificável. O que sei é apenas que a agressão física é um estopim. Quando alguma situação chega em agressão física, é porque todos os outros limites já foram ultrapassados.

    • Simples, quem não bate apanha. Se seguisse o caminho que conhecia isso não teria acontecido mas foi dar ouvidos a idiotas que pensam ser evoluídos…

  11. Ola, gostei do texto, vim procurar ajuda na internet, eu Bato no meu filho e logo me arrependo, fico muito mal…
    Não quero mais agir assim… Crio ele sozinha e estou tendo essa dificuldade …

    • Graice, obrigada. Olha, ser mãe-solo não é fácil não. E ficamos achando que temos que ser super, que dar conta de tudo, que nada pode escapar… Você tem alguém para te ajudar? Para aliviar o seu dia, ficar com o seu filho enquanto você descansa um pouco…
      Tem dia que estamos cansadas mesmo, sem paciência… Você poderia procurar sobre comunicação não-violenta. Com certeza vai achar muita coisa interessante e, principalmente, aprender a ver o mundo pelos olhos do seu filho e ter mais empatia com ele. Beijos

  12. Olá. Tenho um filho de 3 anos e bato nele com chinelo. (Estou escrevendo e ao mesmo tempo chorando muito) Mas quero parar com isso. Eu apanhei muito quando era pequena a ponto de minha mãe dizer “amanhã vai de bermuda para a escola e mostrar aos coleguinhas as marcas que apanhou porque desobedeci minha mãe”. Passei a vida escondendo tudo de meus pais com medo da reação deles. Hoje tenho 33 anos, divorciada e com um filho de 3 anos. Voltei a morar com minha mãe. Tenho tanto medo dela que até hoje quando ela diz que fiz algo errado tenho crises de tremores nas mãos e pernas. Minhas pernas tremem… Por favor me ajudem. Não quero que meu filho se torne a pessoa que sou hoje. Tenho medo de enfrentar problemas e acho inclusive que terminei meus relacionamentos todos por incapacidade de reagir a problemas. Imploro que me ajudem… Será que posso reverter esse quadro, ou seja, será que meu filho ainda poderá se recuperar do mal que lhe causei até agora? Repito… 3 anos e meio ele tem. Quero mudar e poder ser amorosa com ele. Ele fica tremendo igual como tremo da minha mãe até hoje e ela já tem 66 anos. Mas não consigo responder ela. Me bloqueia a língua. Eu quero mudar. Me ajudem!

    • Victoria… sinto muito. As crianças são tão resilientes, acho que dá pra reverter sim. O lado bom é que você mesma já identificou o que te incomoda, e isso é um super passo. Pelo blog, à distância, não tem muito o que eu possa fazer diretamente, infelizmente. Mas posso dar alguns caminhos. Você já pensou em fazer terapia para se libertar desse problema com a sua mãe? Você já ouviu falar de Comunicação Não-Violenta? É algo que vale MUITO a pena estudar. Se quiser, me manda um e-mail taticotrim@yahoo.com.br e conversamos mais. Um abraço.

      • Olá Mayara, lendo sua história e a mesma coisa de ver a minha.
        Somos sobreviventea, eu e minhas 3 irmans e um irmão, tivemos a criação mais severa, violenta e ignorante possível.
        O medo de apanhar nos aterrorizava, não havia o menor acompanhamento escolar da parte dos meus pais, mas se tivesse notas ruins a surra era tão grande que as vezes um irmão socorria ao outro com compressas.
        Eu tinha entre 4 para 5 anos e até hoje me lembro da cena de espaçamento do meu pai em meu irmão, por não ter passado de ano em uma das piores escola pública na época, meu irmão tem uma cicatriz nas costas feita pela fivela do cinto que me pai usava para nos bater que Onde pegava tirava carne, assim como eu tbm tenho cicatriz
        Minha última surra foi com 21 anos de idade, pk fui comer sanduíche com amigas e cheguei um pouco mais tarde . Eu já trabalhava e era independente,
        Minha irmã já havia saído de casa e logo em seguida eu tbm saí, tudo para poder ser quem somos sem ter medo de apanhar ou ir para o inferno.
        Hoje tenho 35 anos, luto contra uma terrível depressão, não tive sucesso na vida , não tenho alto estima e escondo do mundo.
        Tenho um filho de 10 anos , está numa fase complicada, que as vezes tenho vontade de bater , mas lembro que aquelas surras aquela criação me tornou na pessoa que sou e não posso levar este legado a diante
        Meu filho e meu melhor amigo, companheiro e confidente .
        Que ela seja tudo que eu não consegui ser
        Que tenha tudo que eu não tive.
        Mas resalto, meus pais não eram maus, só eram pessoas simples demais , sem estudo ou cultura que estavam passando para nos aquilo que lhe ensinaram a ser o certo. Erram tentando acertar e eu os amo incondicionalmente.

  13. Excelentes conselhos, realmente quando nos colocamos no lugar da criança podemos sentir o que eles sentem, e assim mudar nossa maneira de agir! Eu também tive uma infância depressiva e tenho muitos traumas que carrego comigo, não foi muito fácil educar minha filha, e infelizmente já cometi e cometo erros, tenho paciência até um certo limite, falo 2 vezes e na 3 fico com raiva da desobediência e parto para a agressão e castigo. Após, sinto uma culpa muito grande e me arrependo, mas quando minha me desobedece novamente acontece tudo como antes, não quero que ella se torne revoltada, deprimida e violenta, quero muito mudar, quero ser uma mãe em que meus filhos se orgulhem em ter.

  14. Olha muito complicado, eu era dessa de conversar e explicar tudo direitinho…mas pra minha surpresa minha filha se fingia de boa na minha frente e fazia coisas erradas se eu saber. Fui descobrindo e continuei o diálogo , mas os erros continuavam. Passei colocar de castigo e nada tb…agora resolvi a bater mesmo , pois não quero q ela seja educada pela polícia . E agora q ta dando certo , sim por medo de apanhar…mas ao menos parou !!! Complicado…na teoria tudo eh lindo , mas nem sempre funciona…eu mesma nunca apanhei, porém era obediente ou seja não foi necessário …mas com minha filha diálogo não resolveu

    • Exatamente Kátia. Muito conversa sem resultados reais. Sou totalmente contra a agressão. As vezes não temos saída para o limite da criança e acha que uma palmada moderada pode ajudar a “corrigir”. Penso exatamente como é difícil educar, cuidar, amar.. Educar dá trabalho. Vejo pouca dedicação e muita falação..

  15. Ótima Reflexão.
    Em Gn 3.9 tem o maior exemplo de como reagir diante dos grandes erros dos nosso filhos. O Bom Pai vai a procura dos filhos que erram e se escondem, fogem. O Bom revela as consequências do erro e protege para evitar erros semelhantes. O Zeloso Pai usa a vara para resgate e consolo. A figura de Pai que tive ao meu lado foi o meu avô. Ele nunca me bateu, e até apresente data soa em meu coração suas palavras, seus exemplos seu carinho pelo neto filho que ele encontrava nas férias e nos fins de semana. Feliz que educa os filhos tendo Deus como paradigma. Aprendi e assim criei 6 filhos sendo 1 filho do coração que já me deu 2 lindos netos. A linguagem do amor é suficiente e eficiente faz o mundo girar melhor. Quem ama não bate!

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